Abençoando cada alma que me fez mais humano 🌹
Por Hector Othon
Hoje, aos meus 69 anos, sinto o peso suave das memórias dos idos como um manto bordado com rostos amados. Cada um que partiu deixou em mim uma semente eterna — de amor, de cuidado, de ensinamentos silenciosos que carrego no jeito de viver, de amar, até de respirar. Se eu os nomeasse um a um, não bastaria um livro: precisarÃamos de uma biblioteca inteira de histórias vivas, pulsando ainda em cada gesto meu.
Onde quer que nossos amados estejam — na luz dourada do além, nos ventos que acariciam as montanhas, nas estrelas que nos observam em silêncio, ou no recôndito mais Ãntimo do nosso peito — que sintam, hoje e sempre, nossa gratidão transbordante.
Àqueles que nos ensinaram o cuidado sem pressa, a atenção que cura, o colo que acalenta e a parceria que transforma — que recebam nosso agradecimento eterno.
Às mães e aos pais que velaram nossas noites de febre, que trabalharam em silêncio para nos ver crescer;
aos familiares e amigos que seguraram nossas mãos não só nos momentos de escuridão, mas também nos clarões da alegria —
que o universo os envolva em serenidade infinita.
Àqueles que partiram de forma repentina — levando consigo pedaços do nosso coração, histórias por terminar, sorrisos interrompidos, abraços que ficaram suspensos no tempo — que recebam nosso perdão, nosso pedido de perdão e, acima de tudo, nosso amor: um amor mais forte que a ausência, mais vasto que a morte.
Aos guerreiros que enfrentaram com coragem as causas sociais, a dor, a corrupção, a injustiça e a ilegalidade;
aos sonhadores e artistas que nos ensinaram a voar com os pés no chão e o olhar nas estrelas;
aos cientistas e técnicos cujo saber silencioso tornou nossas vidas mais leves;
aos humildes que, com simplicidade e graça, nos mostraram a verdadeira grandeza —
que recebam nossa promessa solene: honraremos seus legados com nossas escolhas, com nossa memória, com nossa vida.
Onde quer que estejam, que nossa bênção coletiva os envolva como um abraço cósmico.
Que nossas orações sejam pétalas de luz acariciando suas almas.
Que sintam o carinho que hoje lhes enviamos — como uma corrente invisÃvel, feita de saudade, devoção e ternura, que nem a morte consegue quebrar.
E que nós, os que ficamos, aprendamos com eles a arte de viver com profundidade, com verdade, firmados nas virtudes que semearam em nós.
Que cada cuidado recebido dos que se foram se transforme em gesto de amor para os que ainda caminham ao nosso lado.
Agradeço, de todo o coração, por cada vida que tocou a minha.
E peço, com a alma em prece: onde quer que vocês estejam, que sejam banhados em luz, acariciados pela paz e envoltos no calor do amor incondicional.
Saibam — e nunca duvidem — que são amados. Para sempre.
Com lágrimas sagradas e um sorriso de gratidão,
Hector Othon
Por Hector Othon
Hoje, aos meus 69 anos, sinto o peso suave das memórias dos idos como um manto bordado com rostos amados. Cada um que partiu deixou em mim uma semente eterna — de amor, de cuidado, de ensinamentos silenciosos que carrego no jeito de viver, de amar, até de respirar. Se eu fosse nomear cada um, terÃamos não um livro, mas uma biblioteca inteira de histórias vivas.
Onde quer que nossos amados mortos estejam — seja na luz dourada do além, nos ventos que acariciam as montanhas, ou no silêncio que habita nosso peito — que eles sintam nossa gratidão transbordante.
Àqueles que nos ensinaram o significado do cuidado sem pressa, da atenção que cura, do colo que acalenta, da parceria fundamental — que recebam nosso agradecimento eterno. Pelas mães e pais que velaram nossas noites de febre, que trabalharam em silêncio para nos verem crescer, pelos familiares e amigos que seguraram nossas mãos nos momentos de escuridão ou de alegria.
Àqueles que partiram repentinamente, levando pedaços de nossos corações ou se se foram com histórias por terminar, sorrisos interrompidos, abraços que ficaram pendente— que recebam nosso perdão, pedido de perdão, e nosso amor, mais forte que a morte.
Aos guerreiros que encararam as causas sociais e enfrentaram a dor, a corrupção, a ilegalidade, a injustiça com coragem, determinação e dignidade, aos sonhadores, os artistas que nos ensinaram a voar, os cientistas e técnicos que facilitaram nossas vidas, aos humildes que nos mostraram a grandeza nas pequenas coisas — que recebam nossa promessa de honrar seus legados.
Onde quer que estejam, que nossa bênção coletiva os envolva como um abraço cósmico. Que nossas orações sejam como pétalas de luz acariciando suas almas. Que sintam o carinho que hoje lhes enviamos, como uma corrente de amor que nem a morte consegue quebrar.
E que nós, os que ficamos, possamos aprender com eles a arte de viver com profundidade, verdade, firmados nas virtudes. Que cada cuidado que recebemos dos que se foram se transforme em gestos de amor para com os que ainda caminham ao nosso lado.
Agradeço por cada vida que tocou a minha. E peço: onde quer que vocês estejam, que sejam banhados em luz, acariciados pelo amor e a paz, e que saibam — sempre saberão — que são amados para sempre.
Com lágrimas sagradas e um sorriso de gratidão,
Hector Othon
PS: Junte suas mãos às minhas neste momento. Sussurre o nome de seus amados. Eles ouvem. Eles sentem. A gratidão é a única linguagem que a morte não consegue silenciar.
Por Hector Othon
Hoje, aos meus 69 anos, sinto o peso suave das memórias dos idos como um manto bordado com rostos amados. Cada um que partiu deixou em mim uma semente eterna — de amor, de cuidado, de ensinamentos silenciosos que carrego no jeito de viver, de amar, até de respirar. Se eu fosse nomear cada um, terÃamos não um livro, mas uma biblioteca inteira de histórias vivas.
Onde quer que nossos amados mortos estejam — seja na luz dourada do além, nos ventos que acariciam as montanhas, ou no silêncio que habita nosso peito — que eles sintam nossa gratidão transbordante, e que saibam — sempre saberão — que são amados para sempre.
Àqueles que nos ensinaram o significado do cuidado sem pressa, da atenção que cura, do colo que acalenta, da parceria fundamental — que recebam nosso agradecimento eterno. Pelas mães e pais que velaram nossas noites de febre, que trabalharam em silêncio para nos verem crescer, pelos familiares e amigos que seguraram nossas mãos nos momentos de escuridão ou de alegria.
Àqueles que partiram repentinamente, levando pedaços de nossos corações ou se se foram com histórias por terminar, sorrisos interrompidos, abraços que ficaram pendente— que recebam nosso perdão, pedido de perdão, e nosso amor, mais forte que a morte.
Aos guerreiros que encararam as causas sociais e enfrentaram a dor, a corrupção, a ilegalidade, a injustiça com coragem, determinação e dignidade, aos sonhadores, os artistas que nos ensinaram a voar, os cientistas e técnicos que facilitaram nossas vidas, aos humildes que nos mostraram a grandeza nas pequenas coisas — que recebam nossa promessa de honrar seus legados.
Que nossas orações sejam como pétalas de luz acariciando suas almas. Que sintam o carinho que hoje lhes enviamos, como uma corrente de amor que nem a morte consegue quebrar.
Que cada cuidado que recebemos dos que se foram se transforme em gestos de amor para com os que ainda caminham ao nosso lado.
Com lágrimas sagradas e um sorriso de gratidão,
Hector Othon
PS: Junte suas mãos às minhas neste momento. Sussurre o nome de seus amados. Eles ouvem. Eles sentem. A gratidão é a única linguagem que a morte não consegue silenciar.

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