terça-feira, 27 de maio de 2025

Decreto de Invocação e Cura Espiritual

Decreto de Invocação e Cura Espiritual

Com a permissão amorosa e respeitosa dos guias espirituais que acompanham e protegem aqueles que, neste momento, se encontram enfermos ou necessitados de bênção, nós — em uníssono — invocamos e convocamos:

Que os Médicos do Espaço, as equipes espirituais de cura e os mensageiros da luz desçam em assistência, envolvendo o necessitado com sua ciência sutil, suas mãos invisíveis e seu amor incansável.

Que colaborem com tudo o que for necessário para:
✨ A libertação e a iluminação do carma que oprime e castiga. Sinto muito.
✨ A cura do corpo físico, restaurando suas funções vitais. Meu corpo está pleno e disposto.
✨ A pacificação da alma total, aliviando dores antigas e renovando esperanças. Perdoa-me. Estás perdoado.

Que os conhecimentos, as informações, os sinais e os encontros indispensáveis para não reincidir nos mesmos erros e faltas sejam generosamente colocados no seu caminho.

E assim, que — de um momento para outro, como uma alvorada inesperada — aconteça o milagre do renascimento:
🌿 A convicção serena de que a verdadeira guia são as virtudes cultivadas e a firmeza luminosa no amor que nunca falha.

Assim, a vida deixa de ser um fardo e se transforma em festa e celebração:
🎉 Celebração da superação.
🎉 Celebração da liberdade.
🎉 Celebração do amor que cura todas as feridas.

E que assim seja, assim é, assim se cumpre!

Em nome da Vida em Milagres, da Luz e do Amor.

Eu sou Amor.
Estou em Paz.
Gratidão.

sexta-feira, 23 de maio de 2025

Policiais

 Merecida Homenagem aos Policiais – Guardiões da Paz e da Esperança

Em meio ao caos do dia a dia, muitas vezes nos esquecemos — ou simplesmente não enxergamos — o quanto dependemos daqueles que estão na linha de frente da ordem e da segurança: os policiais. São homens e mulheres que enfrentam riscos constantes, situações imprevisíveis e desafios emocionais intensos, tudo isso para garantir que possamos viver com um pouco mais de tranquilidade.

Poucas pessoas têm consciência de que, anualmente, a polícia recebe milhões de chamadas em todo o país. Milhares de ocorrências são atendidas diariamente, em qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer condição climática ou circunstância. Seja diante de uma emergência grave ou em situações delicadas que exigem sensibilidade e discernimento, os policiais estão lá — prontos para agir, proteger e servir.

Quero aqui expressar minha profunda gratidão por essa missão cumprida diariamente. Vocês são fundamentais na manutenção da ordem, do respeito, da proteção e da segurança nas ruas e dentro das nossas casas. Apesar de muitas vezes serem injustamente julgados, vilipendiados ou até mesmo ignorados, seu papel é insubstituível na construção de uma sociedade mais segura e justa.

É verdade que, infelizmente, alguns casos de excesso, corrupção ou má conduta podem ofuscar a imagem de quem trabalha com integridade e dedicação. Porém, não devemos permitir que essas exceções apaguem o brilho do trabalho sério, responsável e humanizado realizado por tantos profissionais que vestem a farda com orgulho e honra.

Acompanhando de perto o trabalho da polícia desde que cheguei ao Brasil, tenho observado avanços significativos. Em especial, convido todos a conhecerem a realidade atual da segurança pública em cidades como São Paulo e Cascavel, no Paraná — locais onde vivi e convivi diretamente com a atuação policial. Nestes tempos tão conturbados, é reconfortante ver como a polícia tem se reinventado, buscado diálogo, treinamento e inovação, sempre mantendo o foco no bem-estar da população.

Recentemente, aqui em Cascavel, tive o privilégio de testemunhar de perto exemplos extraordinários de como a polícia pode transformar realidades com competência e empatia. Num caso, lidaram com firmeza e eficiência diante de um episódio de abuso doméstico, garantindo proteção às vítimas e responsabilização ao autor. Em outro, demonstraram extrema paciência e sensibilidade ao acalmar e conduzir com respeito um jovem em crise psiquiátrica, evitando constrangimentos e promovendo a paz social.

Essas ações não foram apenas técnicas — foram profundamente humanas. E foi exatamente isso que trouxe alívio à comunidade, reforçando a confiança no poder transformador da polícia quando está comprometida com o serviço público e a ética.

Portanto, que possamos parar um instante para reconhecer e celebrar o trabalho desses heróis cotidianos. Que saibamos distinguir as ações individuais dos erros sistemáticos. Que valorizemos aqueles que todos os dias colocam suas vidas em jogo, que educam, orientam, protegem e salvam vidas.

Parabéns, policiais! Vocês merecem nossa admiração, nosso respeito e nosso apoio. Sua presença é indispensável para que possamos seguir em frente com esperança, sabendo que há alguém vigilante e corajoso velando por nós.

Honra ao mérito. Gratidão aos guardiões da paz.

Tristeza Ser verdadeiro

 

Netuno e Saturno em Áries: A Tristeza como Fronteira do Ser

Quando Netuno e Saturno se encontram em conjunção no signo de Áries, a tristeza adquire uma coloração singular: não mais mero lamento ou melancolia passiva, mas uma fricção ardente entre o desejo de transcender (Netuno) e a necessidade de limitar, conter, estruturar (Saturno), tudo isso no fogo impetuoso e impaciente de Áries.

Áries quer partir, romper, avançar — mas Netuno o embriaga de incertezas, dissolvendo as certezas heroicas em névoas existenciais. Saturno, por sua vez, ergue muros, impõe provas, recorda que não há impulso que não precise de uma estrutura, de um ossuário que o sustente.

E assim, nesta conjunção, a tristeza não é apenas o peso do chumbo saturnino, nem apenas o pranto difuso de Netuno. Ela é a experiência ardente do limite: querer ser mais do que se pode, sentir-se convocado a um ideal ou a uma ação, mas encontrar-se atravessado por fragilidades, cansaços e medos. A tristeza aqui é frustração heroica, nostalgia de um movimento que não se completa, dor pela idealização que não se encarna, pelo desejo que se afoga na própria angústia.

Áries é a criança que quer o mundo — mas, com Netuno e Saturno ali, essa criança aprende cedo que o mundo é também feito de recuos, de perdas e de ausências. Talvez seja a experiência precoce da finitude, a consciência de que nem toda chama se transforma em fogueira, nem toda vontade em conquista.

A tristeza, neste aspecto, torna-se iniciática: ela convoca à paciência que Áries despreza, ao realismo que Netuno confunde e que Saturno exige. Um chamado a aceitar que nem sempre se avança, que há tempos de espera, de dissolução, de luto. Mas também de fé — pois Netuno não se cala — e de persistência — pois Saturno não cede.

Essa conjunção sugere que a verdadeira força não é a do ímpeto cego, mas a do guerreiro que aprendeu a suportar o atraso, o fracasso, o engano, e que, ainda assim, se ergue, com olhos marejados, mas com a coragem intacta.

Netuno-Saturno em Áries nos lembra:
A tristeza é o campo onde se forjam os heróis que sabem perder.
O luto é o outro nome da maturidade.
E toda esperança legítima é uma esperança atravessada pela consciência das limitações humanas.

Na travessia desta conjunção, compreendemos que o verdadeiro ato de coragem não é avançar sem medo — mas avançar apesar da tristeza, acolhendo-a como parte legítima do caminho.

E assim, seguimos. Humanos, simplesmente.
Com a chama de Áries, a névoa de Netuno, a pedra de Saturno — e o coração inteiro.

O vício na positividade: sorrir o tempo todo como patologia

Vivemos tempos marcados por uma cultura da positividade tóxica, em que a exigência de estar sempre sorrindo, alegre e "grato" se transformou mais em um fardo do que em um dom. Essa compulsão para aparentar felicidade o tempo todo não é um sinal de saúde emocional, mas frequentemente uma defesa neurótica contra o desconforto inevitável da existência. Uma anestesia voluntária.

A alegria forçada, o sorriso permanente, muitas vezes escondem uma recusa em olhar para as sombras inevitáveis que habitam nossa experiência. Como se a tristeza fosse um fracasso moral, e a angústia, um erro a ser imediatamente corrigido. Nessa lógica perversa, não há espaço para o luto, para a insatisfação, para a legítima crise. Tudo deve ser rapidamente maquiado sob a hashtag #gratidão.

Mas esse vício em ser positivo impede o amadurecimento psicológico e espiritual. Quem não se permite tristeza, também não se permite verdadeira alegria; quem se obriga a sorrir o tempo todo, desconhece a intensidade e a beleza das lágrimas — lágrimas que irrigam o solo da transformação interior.


A dimensão trágica da existência: reconhecer o limite

A existência humana é marcada pela finitude, pela perda, pela falência frequente de nossos planos. A vida não é um parque de diversões contínuo, mas um campo de provas, onde frequentemente nossas idealizações colidem com a dura materialidade do mundo. O trágico é esta consciência: saber que não controlamos tudo, que o sofrimento é inerente à experiência, que falharemos muitas vezes.

Ignorar essa dimensão trágica é viver alienado de si mesmo e do real. Quem se recusa a reconhecer a própria tristeza, quem censura a insatisfação, está perpetuando uma forma sutil de violência contra si mesmo. Só amadurecemos quando aceitamos essa ambivalência fundamental: alegria e dor, esperança e desesperança, sucesso e fracasso, convivem lado a lado.

Na frase de um seguidor:
"Perdão, meu Deus, mas hoje estou triste, insatisfeita com minha vida profissional e financeira. Amanhã prometo que volto a ser grata por tudo e feliz."
há uma sabedoria profunda. A pessoa não está renegando a gratidão nem a esperança, mas reconhecendo que hoje não cabe sorrir. Hoje cabe a tristeza. E tudo bem.

Esse reconhecimento é um ato de humildade e coragem: sou humana, simplesmente. Não sou máquina de positividade, não sou produtora compulsiva de felicidade eterna.


Realismo com esperança: ética de quem se permite ser humano

O caminho maduro não é nem o da euforia incondicional, nem o do desespero absoluto. É o da lucidez: ser realista, sem perder a esperança no dia seguinte.

Admitir: hoje estou triste, amanhã talvez não. Hoje estou insatisfeita, amanhã quem sabe grata. Essa alternância é saudável, é humana, é verdadeira. É também uma forma de fidelidade à vida, que é movimento, processo e transformação, nunca estagnação.

Na frase de um seguidor, o pedido de "perdão" é comovente, mas desnecessário no sentido profundo: não há culpa em estar triste. Não é preciso pedir desculpas por ser humano. A tristeza não é um pecado — é uma estação da alma. Assim como o inverno, ela prepara silenciosamente o solo para novas flores.

Por isso, o gesto mais saudável não é o de se obrigar a ser feliz a qualquer custo, mas o de se permitir ser o que se é, no instante que se vive: triste, alegre, confuso, esperançoso, cansado, animado... tudo isso.

E a esperança, essa sim, não deve ser um sorriso forçado, mas um fio subterrâneo e resistente que nos mantém abertos ao porvir, mesmo quando o presente parece árido.


Em resumo:

  • O vício em ser positivo é uma patologia, não uma virtude.

  • A dimensão trágica da vida precisa ser reconhecida, para que possamos amadurecer.

  • Ser realista é acolher o presente como ele é, sem perder a esperança no dia seguinte.

  • Não precisamos pedir perdão por estar tristes: basta nos permitirmos ser humanos.



🌑hoje estou triste.
Não teve abraço
A alma repousa no avesso,

o peito fechado para balanço.

Não busco sorriso,
não quero consolo,
não preciso conselho.
Hoje me permito.

Me permito o peso,
o suspiro longo,
o silêncio sem aplausos.

Hoje não sou a guerreira,
nem a inspirada,
nem a grata.

Hoje sou apenas humana:
triste, insatisfeita, imperfeita —
inteira.

E amanhã…
Amanhã talvez desperte leve,
talvez volte a sorrir,
talvez a gratidão me abrace outra vez.

Mas hoje…
Hoje não.
Hoje só me permito.

🌿
Aceitamos o fato inalienável de estar tristes.
De nos sentirmos insatisfeitos, confusos, exaustos.
De admitir que nem todos os dias são bons, nem todas as manhãs nascem douradas.

Recusamos a ditadura do sorriso permanente.
Recusamos a obrigação de parecer felizes quando a alma pede silêncio.
Não somos máquinas de positividade; somos humanos — vulneráveis, complexos, imperfeitos.

Aceitamos a tristeza como parte legítima da vida.
Sabemos que ela não é fracasso, mas solo fértil onde germinam novas forças.
Acolhemos a insatisfação como bússola, como impulso para transformar o que não nos serve mais.

Ser realista é olhar de frente para a dor, sem maquiagem.
Mas também é saber que, apesar dela, o dia seguinte sempre pode trazer uma esperança renovada.

Não pedimos perdão por sentir — sentimos.
Não pedimos licença para estar tristes — estamos.
E seguimos.

Humanos, simplesmente.

quarta-feira, 21 de maio de 2025

Humildade

 ✨ Se desejas paz nos teus relacionamentos, cultiva a humildade.

Reconhece que tuas opiniões e convicções são valiosas, sim, mas são apenas uma entre mais de 8 bilhões de perspectivas que habitam este mundo. Cada ser humano é um universo, com histórias, feridas, esperanças e olhares singulares sobre a vida.

Por isso, sem nunca renunciar ao que pensas e sentes — pois tua voz também é preciosa —, exerce a astúcia amorosa de abrir espaço para escutar outras visões. Não para te anular, mas para somar.
A escuta verdadeira é um gesto de coragem e maturidade: ela nos permite perceber que os desafios que enfrentamos não podem ser resolvidos isoladamente, mas apenas em comunhão, em diálogo, em colaboração.

Este é, talvez, o segredo mais luminoso deste tempo de transição planetária: não há mais salvação individual, nem evolução solitária.
Só avançaremos juntos.
Só construiremos a nova era — mais justa, mais fraterna, mais sustentável — quando aceitarmos que precisamos uns dos outros, com todas as diferenças, contrastes e aprendizados que isso implica.

Que possamos, então, com humildade e sabedoria, escolher sempre o caminho da escuta, do respeito e da cooperação.
Pois a verdadeira paz não nasce da imposição, mas do encontro.

Só vamos conseguir… juntos.

Te amo,
Hector Othon ❤️

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